Fox News, "Nações Unidas partidária de ensinar masturbação a crianças de 5 anos de idade"
Nações Unidas partidária de ensinar masturbação a crianças de 5 anos de idade
Tradução de
Artigo de Joseph Abrams
Quarta-feira, 26 Agosto 2009, Fox News
As Nações Unidas estão a recomendar que crianças de 5 anos recebam educação sexual obrigatória que irá ensinar, mesmo para crianças do pré-escolar, questões sobre a masturbação e violência de género.
A Organização Económica, Social e Cultural das Nações Unidas (UNESCO) lançou em Junho um relatório de 98 páginas oferecendo um plano de lição universal para crianças entre os 5 e os 18, uma “abordagem informada ao sexo eficaz e relações” e educação sobre VIH que dizem ser essencial para “todos os jovens”.

As Nações Unidas insistem que o programa é “adequado à idade”, mas os críticos dizem que é expor as crianças ao sexo cedo demais, e oferece ideias abstractas – como transfobia – que podem não ser entendidas.

“Nesta idade eles deveriam estar a aprender sobre…os nomes apropriados de certas partes do corpo”, diz Michelle Turner, presidente de Citizens for a Responsible Curriculum, “ não certamente sobre masturbação.”

Turner foi perturbada pela distribuição dos planos da UNESCO para explicar a crianças de 9 anos sobre a segurança do aborto legal, e para defender e “promover o direito e o acesso ao aborto seguro” para toda a gente acima dos 15 anos.

“Isto é absurdo”, diz ela a FOXNews.com.

O relatório da UNESCO, chamado “International Guidelines for Sexuality Education”, separa as crianças em 4 grupos: 5 aos 8 anos, 9 aos 12 anos, 12 aos 15 anos e 15 aos 18 anos.

Sob o regime de educação sexual voluntária, a crianças de apenas 5 – 8 anos será dito que “tocar e friccionar os seus genitais é chamado masturbação” e que as partes privadas “podem sentir prazer quando tocados por si mesmo.”

Aos 9 anos aprenderão sobre “efeitos positivos e negativos do afrodisíaco,” e lutam com ideias de “homofobia, transfobia e abuso de poder.”

Aos 12, aprenderão as “razões para” abortar – mas já sabem sobre a sua segurança há três anos. Quando têm 15, serão expostos à “defesa para promover o direito e acesso ao aborto seguro.”

Peritos em saúde infantil dizem que estão cautelosos sobre ensinar sobre o tema pouco agradável do aborto, mas enfatizam que enquanto a mensagem estiver apropriada à idade, ensinar crianças em idades tão novas ajuda a guiá-los para a vida adulta.

“Os adultos são mais desconfiados da [educação sexual precoce] que as crianças”, diz o Dr. Jennifer Hartsein, um psiquiatra infantil de Nova Iorque. “ Os nosso próprios medos às vezes impedem-nos de ser abertos e honestos com as nossas crianças quanto possível.”

Hartsein, contudo, que não vê muito mal em explicar os conceitos básicos que todas crianças de todas as idades vão ter dúvidas, foi confundido por algumas das ideias que as Nações Unidas esperavam introduzir a crianças de 5 anos, que vão ser ensinados sobre “papéis de género, estereótipos e violência baseada no género.”

“Eu quero saber como se ensina isto aos 5 anos de idade”, disse Hartstein à FOXNews.com.

Apesar destes desafios, as Nações Unidas insistem que “num mundo afectado pelo VIH e SIDA…há um imperativo em dar às crianças e jovens o conhecimento, capacidades e valores para compreenderem e tomarem decisões informadas.”

A UNESCO diz oficialmente que as orientações foram “da co-autoria de dois peritos no campo da educação sexual” – Dr. Doug Kirby, um perito em sexualidade adolescente, e Nanette Ecker, o directo da educação e formação internacional na Sexuality Information and Education Council of the United States.

O relatório foi baseado numa “rigorosa revisão” de literatura sobre educação sexual, “de mais de 87 estudos do mundo inteiro,” diz Mark Richmond, director da Division for the Coordination of U.N. Priorities in Education, num declaração de e- mail.

Richmond defende o ensino da masturbação em “idade apropriada” porque mesmo na infância mais precoce, “as crianças são conhecidas por serem curiosas sobre os seus corpos.” As suas lições, acrescentou, ajudariam esperançosamente as crianças “ a desenvolver uma compreensão mais complexa do comportamento sexual” enquanto crescem para adultos.

Mas Michelle Turner, da Citizens for a Responsible Curriculum, diz que tais papéis deviam ser deixados para os pais, e preocupa-se que as crianças sejam expostas a muita informação cedo demais.

“Porque não podem as crianças ser mais crianças?” diz ela.

 

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